_\|Quarteto em Sol...teiras sim, sozinhas jamais...|/_

... depois de uma conversa no trânsito, resolvemos criar o: _\|Quarteto em Sol|/_ ... um Grupo de 4 Super-Mulheres, que são inteligentes, maravilhosas, essenciais na vida de qualquer homem (e não de um homem qualquer)... e, estão solteiras!!! ...Para procurar entender, portanto, a sua própria essência, e a essência desses "homens sem atitude"... vão maquinar, gritar, pensar e escrever posts para seu bel prazer...
\|Quarteto em Sol|/_ é estrelado por |TTMística|Je|ASk|Yarinha|

quinta-feira, maio 12, 2005

Quer dizer que eu tenho que ficar burra, então!?!

Depois de tantos anos para conquistar tantas coisas... e me vêm com essa!
E o pior é que eu penso que ela tem razão.
(Será que estou me contradizendo?!?)

---
Manifesto

A síndrome da mulher cabeça
Psicóloga lança teoria segundo a qual mulheres inteligentes e bem-sucedidas não conseguem "amarrar" os homens porque não são femininas o bastante. Hahaha
(edição e reportagem Nina Lemos)


Essa coisa de ficar mostrando quais são as diferenças entre homens e mulhe-res e, principal-mente, explicar por que muitas de nós não têm namorado virou um meganegócio lucrativo. A nossa tão falada solidão (que nem é tão solitária assim) vende livros de auto-ajuda a rodos. É um saco, mas a gente até que já se acostumou. Ou achou que tinha.
Porque eis que descobrimos uma psicóloga (sim, uma MULHER) chamada Cláudya Toledo que criou uma coisa chamada Núcleo de Relacionamentos A2 Encontros, uma agência que forma casais, basicamente. Pois essa cupida defende, nas palestras que ministra em sua A2, a teoria de que fêmeas inteligentes afastam os homens — o que ela chama de "síndrome da mulher cabeça".
De acordo com a teoria da psicóloga, "as mulheres cabeça" são inteligentes e bem-sucedidas, mas têm profundos bloqueios de relacionamento com o sexo oposto. Ainda segundo a tese, a gente sabe que está sofrendo da síndrome quando "pensa mais que sente e não utiliza a feminilidade para conquistar e amarrar o homem". Essa tal mulher cabeça também não tem, supostamente, postura suficientemente feminina. "Ela quer segurar o homem no papo, como se estivesse negociando, mas o homem cola na mulher, em primeiro lugar, através do visual e gestual femino (sic)."

Moral da história: se seu objetivo é casar, emburreça rapidamente. De uma tacada só, a psicóloga sugere que mulher feliz é mulher burra e que todo homem é uma anta. Só rindo.

Vá lá (se tiver coragem): www.a2encontros.com.br
---

Eu vou, vou sim!
Meninas, vamos verificar a A2?!?

PS - Fiquei indignada... fui entrar no MSN Paquera, e descobri que, no final das contas, tem que pagar! Hahaha!

quarta-feira, maio 11, 2005

Namorofobia!!!

O mais legal do Blog com "Team Members", é que você tem que entrar no "seu" próprio Blog para checar as novidades!

Namoro...
(Arnaldo Jabour)

A praga da década são os namorofóbicos. Homens (e mulheres) estão cada vez mais arredios ao título de namorado, mesmo que, na prática, namorem. Uma coisa muito estranha. Saem, fazem sexo, vão ao cinema, freqüentam as respectivas casas, tudo numa freqüência de namorados, mas não admitem. Têm alguns que até têm o cuidado de quebrar a constância só para não criar jurisprudência, como se diria em juridiquês. Podem sair várias vezes numa semana, mas aí tem que dar uns intervalos regulamentares, que é para não parecer namoro.
- É tua namorada?
- Não, a gente tá ficando.
Ficando aonde, cara pálida? Negam o namoro até a morte, como se namoro fosse casamento, como se o título fizesse o monge, como se namorar fosse outorgar um título de propriedade. Devem temer que ao chamar de namorada(o) a criatura se transforme numa dominadora sádica, que vai arrastar a presa para o covil, fazer enxoval, comprar alianças, apresentar para a parentada toda e falar de casamento - não vai. Não a menos que seja um(a) psicopata. Mais pata que psico. Namorar é leve, é bom, é gostoso. Se interessar pelo outro e ligar pra ver se está tudo bem pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto,de dividir. A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado. Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pode pronunciar a palavra macabra: NAMORO. Antes, o problema era outro: CASAMENTO. Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta. Agora é o namoro, que deveria ser o test drive, a experiência, com toda a leveza do mundo. Daqui a pouco, o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber nome. Do que o medo? Da responsabilidade? Da cobrança? De gostar? Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado. Não é porque "a gente tá ficando" que não se deve respeito, carinho, cuidado. Não é porque "a gente tá ficando" que você vai para cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói ou não é filhadaputice ? Não é porque "a gente tá ficando" que o outro passa ser mais um número no rol das experiências sexuais - e só. Ou é?

Tô ficando velho? Paciência...

(do Blog http://www.twisted-mind.blogspot.com)

É, esse Arnaldo...

Beijos a todas!